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Baile do Hawaii
Publicado em 22/02/2017
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Vídeo mostra a imensidão das lavouras de soja da região que vão produzir 560 mil toneladas

Nos 20 municípios da região, a previsão de safra ultrapassa a marca de 560 mil toneladas. A área plantada é de 153.200 hectares.

Com uma média de produção que ultrapassa 3 mil quilos por hectare, a região de Patos de Minas é uma das grandes produtoras de soja do país. As lavouras são a perder de vista e impressionam pela grandiosidade e pela beleza formada pela imensidão de plantas. O vídeo feito de dentro do carro na região denominada “Chapadão de São Pedro” impressiona.

As estimativas para a safra que começa a ser colhida agora são animadoras. Levantamento feito pela Emater de Patos de Minas mostra números impressionantes. Nos 20 municípios da região, a previsão de safra ultrapassa a marca de 560 mil toneladas. A área plantada é de 153.200 hectares. Clique aqui para ver a previsão de produção de soja para as cidades da região.

A média de produtividade, segundo levantamento feito pela Emater nos municípios da região, é de 3.273,55kg por hectare, bem acima da média nacional que gira em torno de 2.882,00kg por hectare. Na região, a maior média de produtividade é do município de Vazante, que deverá alcançar produtividade de 4.700,00kg por hectare. 

Embora as plantações de lavoura na região do “Chapadão do São Pedro” chamem a atenção, o município de Presidente Olegário está longe de ser o maior produtor da região. A liderança é do município de Coromandel que, com uma área de 50 mil hectares plantados, deverá colher 162 mil toneladas de soja este ano.

O segundo colocado na região é o município de Patrocínio que tem 30 mil hectares plantados de soja e tem produção estimada em 99 mil toneladas. O município de Presidente Olegário teve a estimativa de revisada para uma produção de 59.400 toneladas em uma área de 16.500 hectares. O município de Patos de Minas é o quarto maior produtor de soja da região. São 15 mil hectares plantados e uma previsão de colheita de 40.500 toneladas.

Autor: Maurício Rocha

Giraffas
Postado em 22/02/2017
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9 comentários

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  • Hamaryldho | 7 meses atrás

    Apesar da esmagadora evidência do desastre ambiental causado pela pecuária, ainda há quem seja contra dietas vegetarianas estritas por razões de sustentabilidade ambiental. Esta tendência é encorajada pela estranha idéia de que grandes quantidades de soja são necessárias para produzir alimentos vegetarianos. Em outras palavras, a impressão que está sendo criada é que tofu, leite de soja e carnes falsas que estão destruindo o planeta, não os alimentos de origem animal. Este cenário pinta vegans como sendo autores da devastação ambiental maciça que está, de fato, ocorrendo em todo o mundo como resultado da crescente demanda por soja. Quando examinados apenas um pouco mais de perto, torna-se claro que esta teoria é bastante ridícula. De forma alguma vegetarianos e vegans poderiam criar tal demanda por soja. A preocupante destruição ecológica causada pela soja comercial está associada à indústria animal. O surgimento de vastas monoculturas que estão destruindo enormes extensões da floresta amazônica, o esgotamento catastrófico de água e outros recursos, o uso colossal de pesticidas, a enorme dependência de engenharia genética … Esta é mais uma descrição do desprezo para com o planeta pelo qual indústria animal tornou-se infame. É certo, a criação de animais para alimentação é a maior consumidora de soja em todo o mundo, superando de longe outros usos da soja. De acordo com a www.soyatech.com: “Cerca de 85 por cento da colheita de soja do mundo é transformada em farinha e óleo vegetal, e praticamente todo esse alimento é utilizado na alimentação animal. Cerca de dois por cento do farelo de soja é processado em farinhas de soja e proteínas para uso alimentar… Cerca de seis por cento da soja é usada diretamente como alimento humano, principalmente na Ásia “. Da pequena porcentagem de soja que está sendo usada para alimentar as pessoas, não se deixe enganar acreditando que a maioria é usada para fazer carne ou leite de soja para alimentar vegans e vegetarianos. Como apontado por Mary Vance, em The Dark Side of Soy, “A soja está em toda parte em nossa alimentação, como a estrela em cereais e alimentos promotores de saúde e escondida em alimentos processados. Mesmo se você ler cada rótulo e evitar caixas de papelão, você está sujeito a encontrar soja em seus suplementos e vitaminas (veja sobre vitamina E derivada de óleo de soja), em alimentos como atum em conserva, sopas, molhos, pães, carnes (injetados sob a pele de aves de capoeira), e chocolate, e em alimentos para animais e produtos de higiene corporal. “ De acordo com Vance, a razão da presença ubíqua de soja é simples: “Hoje em dia a indústria tem descoberto maneiras de usar todas as partes do grão para o lucro. O óleo de soja tornou-se a base para a maioria dos óleos vegetais; lecitina de soja, o produto residual que sobra após a soja ser processada, é usada como um emulsionante; farinha de soja aparece em produtos cozidos e embalados; diferentes formas de proteína de soja processada são adicionadas a tudo, desde alimentos para animais a proteínas em pó para fortalecimento muscular. “ A soja é cultivada em vastas monoculturas, causando degradação ambiental maciça, desperdiçando enormes quantidades de água e destruindo terrenos selvagens. De acordo com um artigo de 2009, More Soy, Less Forest – and No Water: “De acordo com a Direção Nacional de Florestas, a Argentina está experimentando o desmatamento mais intenso de sua história, devido à substituição de florestas por plantações de soja e Córdoba é a província onde ocorreu o dano ambiental mais devastador. “Durante a última década, como a saída de soja aumentou de forma constante, a província perdeu uma média de três por cento de suas florestas nativas por ano. Dos 10 milhões de hectares de florestas encontradas em Córdoba um século atrás, apenas 12 por cento foram mantidos. “A pior destruição foi vista nas colinas e montanhas da região, onde apenas dois por cento da cobertura florestal nativa sobreviveu.” Naturalmente, como a cobertura florestal foi destruída nessas áreas, a água da chuva, uma vez absorvida pelas montanhas arborizadas e liberada ao longo do ano, agora simplesmente escorre abaixo pelos lados das montanhas. Como se isso não fosse suficiente, a soja é também uma das culturas mais comumente produzidas usando modificação genética, que é de grande preocupação no que diz respeito a ambos, problemas de saúde e ambientais. De acordo com o site grist.org: “A partir de 2004, 85 por cento da safra de soja dos EUA foi geneticamente modificada, sendo responsável por cerca de 63,6 milhões de acres de soja. Estatísticas para 2003 indicam que pelo menos 55 por cento da soja em todo o mundo agora é geneticamente modificada. “ De acordo com outra fonte, “Em 1997, cerca de 8% de toda a soja cultivada para o mercado comercial nos Estados Unidos foram geneticamente modificadas. Em 2006, a queantidade era de 89% “ Grist.org prossegue afirmando: “Alguns gostariam que nós acreditássemos que … soja ‘tolerante a herbicidas’ levou a uma menor necessidade de herbicidas. Este não é o caso. O uso de Roundup e outros pesticidas e herbicidas nas culturas geneticamente modificadas nos EUA de 2001 a 2003 aumentou em dezenas de milhões de libras em comparação com a agricultura convencional não-transgênica “. Isso é ruim o suficiente em um nível ambiental, mas e os efeitos na saúde da ingestão de alimentos contaminados com organismos geneticamente modificados? Para aqueles que estão preocupados com o consumo de alimentos geneticamente modificados, reflitam sobre o fato de que, quando essa soja transgênica é dada aos animais criados para consumo, eles acabam nos “produtos” de origem animal. E depois que os grãos são comidos pelos animais, não há nenhuma maneira de testar a presença dos transgênicos. De acordo com www.gmo-compass.org: “Apesar de os métodos se tornarem cada vez mais sensíveis, os testes ainda não foram capazes de estabelecer a diferença na carne, leite ou ovos, dependendo do tipo de alimento que eles são alimentados. É impossível dizer se um animal foi alimentado com soja transgênica só de olhar para os produtos de carne, lacticínios ou ovos resultantes. “ Com o equívoco comum que as dietas vegetarianas são necessariamente ricas em produtos de soja, muitos consumidores preocupados questionam se uma dieta vegetariana deixa o indivíduo mais exposto aos ingredientes geneticamente modificados. Mas as empresas que fabricam produtos destinados a consumidores que se preocupam com questões alimentares (como vegans e vegetarianos) tendem a comercializar os seus produtos em conformidade. produtos vegetarianos e veganos são frequentemente rotulados como sendo produzidos usando soja não-trangênica. Por essa razão, é mais fácil evitar a soja transgênica em produtos como leite de soja, tofu, e análogos de carne, do que evitar a soja transgênica nos produtos de origem animal. Opções veganas vencem como sendo mais ambientalmente sustentáveis. De uma forma ou de outra, as informações sobre os impactos ambientais da “agricultura” animal tem de se tornar conhecidos. O mundo está num ponto de virada, em que nós simplesmente não podemos continuar como se as nossas velhas formas pudessem continuar a nos sustentar. Como o ambientalista John Grant afirma em The Green de Marketing Manifesto, “nosso estilo de vida precisa mudar além do reconhecimento.” (Ênfase no original). O ideal vegan é tão claramente uma evolução a partir de onde estamos hoje. Não há nenhuma maneira em que seus benefícios possam ser razoavelmente refutados a partir de qualquer ângulo, pois o veganismo representa um passo à frente, um passo para um modo de vida que é mais adequado para a natureza das pessoas que se preocupam com o sofrimento dos outros, e que são capazes de empatia com a dor do outro. Para aqueles de nós que querem garantir um futuro para a nossa espécie e talvez para o próprio planeta, é hora de se unir e colocar os nossos esforços por trás de mudanças que vão fazer a diferença que precisamos. Não há nada esperançoso ao olhar para um furuto não muito diferente de quem somos hoje. O veganismo está na vanguarda deste movimento para a mudança.

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    meio ambiente - 7 meses atrás

    Enquanto isso os rios estao secando as florestas sendo devastadas e o futuro da naçao incerto.

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    Control C control V - 7 meses atrás

    Parei de ler nas "dietas vegetarianas escritas"....

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  • Lutzemberger | 7 meses atrás

    Todo país com esse tipo de economia é pobre! País rico mexe com indústrias e prestação de serviços. Isso aí enriquece meia dúzia no Brasil inteiro, não gera empregos (1 agrônomo cuida de milhares de hectares), tudo mecanizado, não respeitam o meio ambiente etc. Bom pra quem?????? Esse modelo de exploração agrícola transformou parte do Rio Grande do Sul em deserto. É só ir lá na cidade de "Não me Toque" e em toda aquela região e ver. Por onde passam não deixam nada pra sobreviver. Cultivo predatório. Acorda, Brasil!

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    otimista - 7 meses atrás

    Sou a favor de uma produção sustentável e divisão mais justa dos lucros. A agricultura gera sim prejuizos ambientais e sociais, mas temos que pensar que é um mal necessário. imaginemos se o Brasil tivesse que importar alimentos? o que seria de nós assalariados? quem tem coragem de produzir merece o seu lucro, independente do tamanho que for. A culpa pela degradação ambiental está muito longe do campo, pessoas que as vezes não conhecem nem um pé de alface elaboraram um código florestal que permite desmatar até as margens dos cursos dágua, gerando erosão, assoreamento, eutrofização e consequente extinção dos recursos hídricos. A maioria dos produtores é consciente de que preservação está ligada diretamente com a produção, basta visitar um grande agronegócio aqui da região pra você comprovar. Bora arregaçar a camisa e mãos a obra porque não moramos num país industrializado e pelo seu comentário nem temos dinheiro pra ir pra lá.

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  • São Pedro da Ponte Firme | 7 meses atrás

    Como "o município de Presidente Olegário está longe de ser o maior produtor da região." estando no terceiro lugar? Imagina o vigésimo lugar então onde será que ele está? :alien: :alien: :alien:

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  • Chacall Originall | 7 meses atrás

    Cara essas lavouras consomem grandes.quatidades de água das lagoas e nascentes de ribeirões dos municípios. Sem falar que muito destas fazendas usam de poços artesianos com mais de 200 metros de profundidas. Há pouco tempo um empresário me falou que na região Varjão de Minas pra atingir o lençol freático tinha q perfurar poços artesianos com mais de 300 metros de profundidade. Com este exemplo,a gente chega a conclusão de água também acaba.

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  • LCG | 7 meses atrás

    Progresso? Riqueza? Nada disso!! O que nós vemos é uma planta que destruiu um dos biomas mais antigos do planeta, que era o cerrado e agora está extinto. Esta soja agora vai para a exportação, onde alimentará porcos nos Estados Unidos, União Européia e China. Uma riqueza que está nas mãos de algumas famílias, que ficaram megamilionárias...Por causa da destruição do cerrado e da Amazônia não temos mais chuvas e o clima está se tornando um verdadeiro inferno. Não me lembro de um janeiro e fevereiro tão secos em Patos e região!! :cry: Tenho pena do futuro da geração que está chegando... :fire: :fire: :fire: :back: :back:

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  • Pirilampo | 7 meses atrás

    Legal, mas não tinha um drone pra fazer esse vídeo não, daria uma visão muito mais ampla do tamanho dessa plantação... se é pra aparecer, que apareça direito.

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  • Cascavel | 7 meses atrás

    Água.... eu quero água.... acabaram com as nascentes todas e tá tudo poluído o que sobrou!!!!

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  • Pereba | 7 meses atrás

    Na minha visão a manchete é outra: "Vídeo mostra a imensidão do Cerrado devastado na região" :smirk:

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    Pedro - 7 meses atrás

    Concordo. Mas o que podemos fazer?? Produção agrícola está salvando este país da quebradeira geral a uns bons 5 anos. O que podemos fazer??

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  • rabugento | 7 meses atrás

    nossa que coisa em ? tudo nas mãos de dois ou três donos .nossa grande coisa .

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