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Publicado em 24/07/2017 por Farley Rocha
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Prefeito assina ordem de quase R$1,7 mi para recuperar moradias depredadas no Jardim Esperança

O trabalho que vai custar cerca de R$1,7 milhão aos cofres públicos será dividido em etapas.

O prefeito disse que até o final do ano, muitas famílias já estarão morando no local.

Sem nem ter sido habitadas pelas famílias a que eram destinadas, as moradias do Conjunto Habitacional no Bairro Jardim Esperança terão que passar por uma grande reforma. Nesta segunda-feira (24), o Prefeito José Eustáquio assinou ordem de serviço para começar a recuperação. O trabalho que vai custar cerca de R$1,7 milhão aos cofres públicos será dividido em etapas. O prefeito disse que até o final do ano, muitas famílias já estarão morando no local.

A assinatura do convênio no valor total de R$1.698.806,25 entre a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades aconteceu em frente às moradias. Vereadores, secretários e os responsáveis pela empresa Zelar Construtora e Serviços LTDA-ME, vencedora da licitação que teve outras 9 concorrentes, participaram da cerimônia. O prefeito traçou o histórico de problemas que passou as moradias que serão distribuídas gratuitamente. O contrato tem previsão de conclusão em 13 meses.

O conjunto habitacional foi construído com recursos do Governo Federal através de um programa específico para abrigar famílias que vivem em áreas de risco, na região do Córrego do Monjolo e às margens do Rio Paranaíba. Em junho de 2015, quando as 100 casas estavam quase prontas para serem entregues, invasores tomaram conta dos imóveis.

Alguns meses depois, a Justiça determinou a reintegração de posse e muitas famílias saíram do conjunto habitacional, mas deixaram para trás um rastro de destruição. Janelas, vasos sanitários, pias, lavatórios e tanques que já estavam no lugar foram furtados. O que os ladrões não conseguiram levar, eles depredaram. Muitas casas foram incendiadas. Objetos para consumo de droga e até produtos de crime ainda se encontram nos imóveis.

Com a assinatura da ordem de serviço, os profissionais da Zelar Construtora começarão a trabalhar no local de imediato. O prefeito explicou que, para evitar novas invasões, as moradias serão entregues por blocos. “Assim que for concluído o primeiro bloco, as famílias já cadastradas serão chamadas para habitar os imóveis”, informou. A empresa também manterá no local vigilantes e cercará o canteiro de obras para impedir novos crimes.

O Secretário de Desenvolvimento Social, Eurípedes Donizete, destacou que as moradias já estão destinadas para as famílias que vivem em áreas de risco em Patos de Minas. Ele explicou que, caso as famílias já tenham sido se transferidas para outros locais, outras serão chamadas. Após retirar as famílias da região próxima ao Córrego do Monjolo e Rio Paranaíba, no Jardim Paulistano,  a intenção da Prefeitura é transformar a área em Parque Ecológico do Paranaíba.

Imagens atualizado em 24/07/2017 • 26 fotos

Autor: Farley Rocha Postado em 24/07/2017
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36 comentários

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  • Bruna Gomes | 4 meses, 2 semanas atrás

    Rosangela Gomes Odair Pereira Da Silva Pereira Da Silva

    1 0 Responder

  • Michele Pinheiro | 4 meses, 2 semanas atrás

    Teresa Silva

    1 0 Responder

  • Karinna Ribeiro | 4 meses, 2 semanas atrás

    Daniela Caetana

    1 0 Responder

  • Sérgio Antônio | 4 meses, 2 semanas atrás

    Ochiii

    1 0 Responder

  • Márcio Rodrigues | 4 meses, 2 semanas atrás

    Coloca esses vagabundos pra trabalhar e pagarem os prejuízos.

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  • Iara Caetano | 4 meses, 2 semanas atrás

    Quase 2 milhões kkkk e a lavagem de dinheiro em ;)

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  • Maria Ines Matos | 4 meses, 2 semanas atrás

    Porque não entrega rápido sempre acontece a demora aí vem o prejuízo porque estes vândalos uns idiotas animais pois sabe o custo sai do bolso nosso

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  • Mary Ed Jeny | 4 meses, 2 semanas atrás

    No caso que teria toda a responsabilidade sobre essa obra era a empreiteira não tinha nada que dar mais dinheiro pra eles não pq não colocaram guardas lá pra segurar ate a entrega pra família

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  • Georgia Oliveira | 4 meses, 2 semanas atrás

    Miryelle Oliveira

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  • CLAY | 4 meses, 2 semanas atrás

    Se a população realmente estivesse interessada nas casas, teriam zelado por elas, evitando o mato, que fossem invadida e etc.. Pela situação das casas, muitas vão ter que ser totalmente reformada, falta de interesse da população que vai adquirir a casa.... vai saber o que faziam nessas casas.

    0 0 Responder

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