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Publicado em 23/10/2017
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Petrobras anuncia venda de 90% da participação em transportadora de gás

A Transportadora Associada de Gás (TAG) foi criada pela Petrobras com o objetivo de atuar no segmento de transporte e armazenagem de gás natural por meio de gasodutos.

A Petrobras anunciou hoje (23) o início da fase não vinculante do processo de alienação de 90% de sua participação acionária na Transportadora Associada de Gás (TAG), como parte do plano de desinvestimentos de alguns de seus ativos.

“Na fase não vinculante, os potenciais compradores têm a opção de apresentar a primeira oferta pelo projeto, conhecida como oferta não vinculante, já que a proposta ainda não traz um compromisso formal de compra. Pode haver desistência sem ônus ou penalidade”, esclarece o comunicado da estatal ao mercado.

Nesta etapa do projeto, os interessados habilitados na fase anterior receberão um memorando descritivo contendo informações mais detalhadas sobre o ativo em questão, além de instruções sobre o processo de desinvestimento, incluindo as orientações para elaboração e envio das propostas não vinculantes.

A Petrobras esclarece, ainda, que a presente divulgação ao mercado está “em consonância com a sistemática para desinvestimentos da Petrobras e está alinhada às orientações do Tribunal de Contas da União (TCU)”.

A Transportadora Associada de Gás (TAG) foi criada pela Petrobras com o objetivo de atuar no segmento de transporte e armazenagem de gás natural por meio de gasodutos, terminais ou embarcações, próprios ou de terceiros, tendo como sua atividade principal o transporte dutoviário de gás no país.

A TAG é proprietária e gestora de importante parcela dos ativos de transporte de gás natural, distribuídos entre as regiões Norte, Nordeste e Sudeste, e dispõe de uma capacidade firme contratada de movimentação de gás natural de cerca de 75 milhões metros cúbicos por dia, voltada para o mercado.

Com sede no Rio de Janeiro (RJ), possui gasodutos em diversos estados do Brasil, com aproximadamente 6,5 mil quilômetros de extensão, por onde disponibiliza o gás natural para termelétricas e distribuidoras de gás natural.

Venda de ativos

A venda dos ativos da Petrobras no Brasil e no exterior faz parte do programa de desinvestimento da companhia, com o objetivo de levantar cerca de US$ 20 bilhões até o final do próximo ano. Envolveu operações na América Latina, inclusive a totalidade das participações da estatal na Petrobras Argentina e também na Petrobras Chile.

No final de julho, a empresa divulgou Comunicados e Fatos Relevantes ao mercado, onde apresentava algumas das oportunidades de negócios que estavam sendo ofertados com o objetivo de dar continuidade ao seu plano de desinvestimento.

Fonte: Agência Brasil 

Clínica Impar - Início: 21-08-17
Postado em 23/10/2017
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1 comentários

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  • joão batista de assis pereira | 4 semanas, 1 dia atrás

    AOS POTENCIAIS EMPRESÁRIOS PRESTADORES DE SERVIÇOS PARA A PETROBRAS NA ATUALIDADE: https://www.petronoticias.com.br/archives/104499 A Petrobras esta reduzindo a pó a Indústria nacional, ai incluídas as Prestadoras de serviços, principalmente as empresas sérias que não foram contaminadas pelo Petrolão e aquelas novatas que certamente apareceriam para compor o cadastro de fornecedores da Estatal, mas estão pagando a conta do aparelhamento na Petrobras. A Petrobras aproveita as ilicitudes ocorridas na Lava Jato para montar o cadastro de seus fornecedores a seu bel prazer, da forma que melhor lhe convier e exterminar de vez com o conteúdo local. As derradeiras entrevistas que concedi a Petronotícias retrata a realidade dos fatos, mas as empresas nacionais prejudicadas, principalmente as prestadoras de serviços não estão reagindo de forma correta e organizada e na devida proporção. Deveriam utilizar mais fortemente da mídia e órgãos de classe com mais intensidade para contrapor a nefasta gestão da Petrobras que só pensa em transferir trabalho e renda para o exterior e entregar a concorrência, excelentes ativos a preço vil. Não vejo, por exemplo, demandas de recursos nos certames licitatórios na adequada proporção, nem mesmo na justiça comum por aqueles que foram injustamente desqualificados, desclassificados ou preteridos, nem daqueles prejudicados pela nefasta modulação dos processos licitatórios, especificações precárias e direcionadas, com ênfase aos deficientes critérios de julgamento das propostas, conforme procurei denunciar e alertar a todos na entrevista que concedi. Se precisarem de elementos firmes para contestação do processo, antes, durante o após a licitação, me coloco a inteira disposição do empresariado. Sem luta, não há vencedores, senão os aproveitadores. O mais interessante é certificar que todos leram a entrevistas, inclusive as empresas que foram lesadas no processo, mais não se apresentaram para discutir os fatos, configurado e detalhado na entrevista, aguardando talvez, outras chances, que não mais aparecerão, ou se resignaram a apenas compor o processo e assim ajudar a Petrobras a conjecturar uma falsa ideia de legalidade ao certame, para, quem sabe, aparecer mais a frente como uma possível subfornecedora e abocanhar seu parco e precário quinhão, na fase executiva da obra.

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