Publicado em 07/11/2018
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Ministério do Trabalho será incorporado a outra área, diz Bolsonaro

Criado há 30 anos, o Ministério do Trabalho divulgou nota ontem (6), por meio da assessoria, informando sobre a importância de ser mantido como uma pasta autônoma.

Após reunião com o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha, e o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, o presidente eleito Jair Bolsonaro disse hoje (7) que pretende extinguir o Ministério do Trabalho e fundi-lo a outra pasta. Ele não informou detalhes. “O Ministério do Trabalho vai ser incorporado a algum ministério, disse”

Criado há 30 anos, o Ministério do Trabalho divulgou nota ontem (6), por meio da assessoria, informando sobre a importância de ser mantido como uma pasta autônoma. 

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A nota diz que: “O futuro do trabalho e suas múltiplas e complexas relações precisam de um ambiente institucional adequado para a sua compatibilização produtiva, e o Ministério do Trabalho, que recebeu profundas melhorias nos últimos meses, é seguramente capaz de coordenar as forças produtivas no melhor caminho a ser trilhado pela nação brasileira, na efetivação do comando constitucional de buscar o pleno emprego e a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros”.

Itamaraty

Questionado sobre o nome do futuro chanceler, Bolsonaro afirmou que busca um diplomata de carreira, sem viés ideológico. "Estamos buscando alguém sem o viés ideológico. Há vários nomes, e assim como na Defesa teremos um [militar] de quatro estrelas, no Itamaraty teremos um diplomata."

O presidente eleito disse que pretende fechar representações brasileiras “ociosas”, sem citar quais seriam essas representações. A rede consular brasileira é uma das maiores do mundo, consiste em um conjunto de embaixadas, consulados e vice-consulados. 

Bolsonaro reiterou ainda que vai viajar para os Estados Unidos, mas disse que seu estado de saúde por enquanto não o permite.

Banco Central

Bolsonaro afirmou ainda que o atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, poderá permanecer à frente do banco em seu governo. "Pode ser. O Paulo Guedes está com tudo rascunhado. Está em vias de ser anunciado." Mais cedo, Goldfajn não quis confirmar essa possibilidade.

O presidente eleito confirmou a unificação das pastas da Justiça e Segurança Pública em uma única – a da Justiça sob comando do juiz federal Sergio Moro. Ele disse ainda que, por sugestão do setor produtivo, Agricultura e Meio Ambiente permanecerão separados.

GSI

Ao ser questionado sobre o porquê de ter nomeado o general da reserva Augusto Heleno para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e, não mais a Defesa, Bolsonaro afirmou que o militar é fundamental ao seu lado. "Não posso prescindir da presença dele ao meu lado no Palácio do Planalto", justificou o presidente eleito.

Bolsonaro afirmou que deve nomear o senador Magno Malta para algum cargo no governo, mas não disse para qual pasta. "Não deve haver um Ministério da Família [conforme vem sendo anunciado], mas [a indicação] já está em andamento, está sendo tratado com o Onyx Lorenzoni."

Fonte: Agência Brasil

Postado em 07/11/2018
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2 comentários

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  • Alair Fonseca | 1 semana, 4 dias atrás

    O futuro presidente cedeu ao deixar separados Agricultura e Meio Ambiente, claro que não daria certo, a agricultura iria prevalecer sobre o Meio Ambiente, certamente o boicote internacional se faria real por causa da Amazônia. Quanto a extinção do Ministério do trabalho é algo inacreditável, pois é o trabalho que dignifica e sustenta a nação, e mantém a Indústria funcionando, pelo que parece, o Bolsonaro vai cumprir a extinção do 13o. Salário e o fim da obrigatoriedade do uso da Carteira Profissional, resultado: Os trabalhadores insatisfeitos. Não quero ser apenas Petista, não sou um "torce contra", mas se ele não deixar de vestir "farda na mente" não vai dar certo

    5 3 Responder

    Alair Fonseca - 1 semana, 4 dias atrás

    Para quem acha que vender para a China é uma questão ideológica, Colocar uma Embaixada em Jerusalém para por uma bandeira na porta e mais nada, quase não existe relações com Israel, eles compram pouco, não vem aqui e nós não vamos lá. Põe a embaixada em Jerusalém e perde um Mercado de mais de 1 Bilhão de árabes, que lucrão , hem ? Mas tem que imitar os EUA, senão , a Disneyland acaba.

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