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Publicado em 27/10/2017
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Minas Gerais ocupa o segundo lugar no ranking nacional de saldo de empregos neste ano

No mesmo período do ano passado, o estado tinha saldo negativo de 54.653 vagas.

No ranking de postos de trabalho, neste ano, Minas Gerais está com saldo positivo de 49.412.

Minas Gerais mantém o segundo lugar na geração de empregos no país de janeiro a setembro deste ano, com saldo de 49.412 empregos formais, ficando atrás apenas do estado de São Paulo, com 98.619 postos de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social. No mesmo período do ano passado, o estado tinha saldo negativo de 54.653 vagas.

De janeiro a setembro deste ano, entre os setores que alavancaram a geração de postos de trabalho estão os serviços, a indústria de transformação, a construção civil e a extrativa mineral. Para se ter uma ideia, o setor de serviços, que nesse período em 2016 tinha um saldo negativo de 12.393 vagas, está agora com um desempenho positivo de 17.648 empregos, impulsionado principalmente pelos subsetores de ensino e comércio e administração de imóveis e valores imobiliários.

Já a indústria de transformação, que de janeiro a setembro de 2016, tinha saldo negativo de 7.741 postos de trabalho, neste ano, no mesmo período, está positiva em 15.401 vagas de emprego, puxada sobretudo pelos subsetores da indústria de calçados e indústria química de produtos farmacêuticos, veterinários e perfumaria.

No acumulado do ano até setembro, o setor agropecuário, extrativo vegetal e de caça e pesca acumula também um saldo positivo de 17.020 empregos, ante 13.903 em igual período de 2016, puxado em ambos os anos pelo cultivo de café. Apesar do corte de 11.493 postos de trabalho no setor agropecuário em setembro, principalmente devido ao fim da colheita de café, o cultivo deste produto ainda mantém um saldo positivo de 4.574 vagas de janeiro a setembro.

Entre os setores que mantêm saldo negativo de vagas de janeiro a setembro deste ano estão o comércio (-8.038) e os serviços da indústria de utilidade pública (-618). Em igual período de 2016 o saldo negativo nesses setores era de 29.581 e 1.374, respectivamente.

Segundo a Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese), os resultados foram alcançandos mesmo com o saldo negativo de geração de postos de trabalho registrado em setembro, com a redução de 4.291 vagas, perdendo apenas para o Rio de Janeiro.

Geração de emprego

Ainda segundo dados do Caged, Minas Gerais saiu da 25ª colocação no ranking de postos de trabalho ano passado, com saldo negativo de 54.653 postos de trabalho, para o segundo lugar neste ano, com saldo positivo de 49.412, perdendo apenas para o estado de São Paulo (98.619). Na sequência, vêm os estados de Goiás (38.415), Santa Catarina (35.452), Mato Grosso (27.419), Paraná (26.561), Bahia (9.733), Tocantins (2.580), Roraima (1.835) e Mato Grosso do Sul (1.779).

Ranking de saldo de empregos em 2017

São Paulo – 98.619 (postos de trabalho)
Minas Gerais – 49.412
Goiás – 38.415
Santa Catarina – 35.452
Mato Grosso – 27.419
Paraná – 26.561
Bahia – 9.733
Tocantins – 2.580
Roraima – 1.835
Mato Grosso do Sul – 1.779

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Postado em 27/10/2017
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1 comentários

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  • um patense | 3 semanas, 2 dias atrás

    Mesmo assim Minas Gerais é um estado economicamente fraco. No geral, os mineiros têm uma renda baixa, tirando a elite, é claro, que sempre ganha bem. Além disso, os setores de empregos indicados na reportagem - os serviços, a indústria de transformação, a construção civil e a extrativa mineral - normalmente se concentram em determinadas regiões, como a região de BH e outras regiões e não no Estado como um todo, que tem regiões bem pobres, como o norte do Estado.

    2 0 Responder