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Publicado em 07/02/2017
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Governo reajusta valores do Minha Casa Minha Vida e quer contratar 610 mil unidades em 2017

A meta do Ministério das Cidades é contratar 610 mil unidades em 2017 em todas as faixas do programa.

O governo federal anunciou nesta segunda-feira mudanças nas regras do Minha Casa Minha Vida, que incluem reajuste no perfil de renda dos beneficiários das faixas 1,5; 2 e 3, bem como aumento no valor máximo dos imóveis enquadrados, com vistas a revigorar o programa habitacional.

A meta do Ministério das Cidades é contratar 610 mil unidades em 2017 em todas as faixas do programa, segundo comunicado divulgado durante evento no Palácio do Planalto.

A Reuters antecipou na semana passada boa parte das mudanças anunciadas nesta segunda-feira.

De acordo com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, as mudanças devem gerar cerca de 1 milhão de empregos diretos e indiretos.

Com o reajuste de 7,69 por cento proposto no pacote de medidas anunciado nesta segunda-feira, o limite de renda dos beneficiário da faixa 1,5 passa de 2.350 reais para 2.600 reais; da faixa 2 aumenta de 3.600 para 4.000 reais; e da faixa 3, de 6.500 para até 9.000 reais.

O valor máximo dos imóveis enquadrados no programa também foi elevado. No Distrito Federal e nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, esse limite passou de 225 mil para 240 mil reais. Nas capitais das regiões Nordeste e Norte, o teto passa de 170 mil para 180 mil reais.

Sobre eventual mudança no valor limite para financiamento de imóveis com uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que não foi tomada nenhuma decisão.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, afirmou a jornalistas que essa decisão será tomada na próxima reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), não descartando um encontro extraordinário ainda nesta semana.

Segundo Martins, deverá ser criada uma exceção temporária para compra de imóveis de até 1,5 milhão de reais usando o FGTS, numa medida para impulsionar a economia.

Fonte: Agência Reuters

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Postado em 07/02/2017
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1 comentários

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  • luiz | 9 meses, 2 semanas atrás

    Puro lobby das empreiteiras que querem pegar gente de maior poder aquisitivo já que a maioria só faz casas e apartamentos com metade das caracteristicas oferecidas e gastando menos da metade do material para fazer algo decente. Quem compra sempre tem dor de cabeça para fazer os reparos. E os fiscais do governo ou da CEF que são sempre muito rígidos quando da aquisição deixam as obras do jeito que os empreiteiros querem...será que corre alguma propina? kkk

    3 2 Responder